Presente de Natal antecipado: Quentin Tarantino em novo filme com DiCaprio

Deixe um comentário

Uma Thurman, interpretando “Mia Wallace” em Pulp Fiction

Sempre que ouço notícias de Tarantino, um tango parece circular pelo ambiente. Tango, Rockabilly, hits dos anos 60 e 70, entre outros gêneros musicais pouco populares, porém, com qualidade e marcantes, o que torna inconfundível a passagem do aclamado diretor pelos seus filmes. “Misirlou”, de 1962, na versão de Dick Dale e sua banda The Del-Tones, além de “Girl You’ll Be A Woman” desta vez tocada por Urge Overkiill, ambas tornaram-se mundialmente conhecidas (e eternizadas) após surgir em “Pulp Fiction”. Devido a fatores como esse, muitas “más línguas” dizem que este americano cria suas histórias baseando-se nos diversos estilos musicais, pelo fato das canções encaixarem-se de forma harmoniosa com as cenas. O que, ao meu ver, só torna o diretor ainda mais fantástico.

De fato, em uma das cenas de “Cães de Aluguel” (1992), na qual um policial tem sua orelha cortada ao som de “Stuck In A Middle Of You”, dos Stealers Wheel, ficou simplesmente perfeita – e macabra. Talvez, Tarantino escutou e apreciou “Don’t Let Me Be Misunderstood” – canção de Nina Simone, mas que embalou os corações brasileiros nos ritmos da banda latina Santa Esmeralda (a música ecoou na novela “Explode Coração”), em que assumiu a forma de um caliente tango – e ficou inspirado para produzir a briga de espadas entre a “Noiva” (Uma Thurman) e O-Ren Ishii (Lucy Liu), em “Kill Bill – Volume I”.No próximo Natal, exatamente em 25 de dezembro, outra obra de Tarantino é apresentada ao público. “Django Livre”, com Jammie Fox, Leonardo DiCaprio e ninguém mais, ninguém menos do que Samuel L. Jackson, entre outros. É como se o praticamente autodidata Tarantino, tivesse reunido outra vez estrelas para formar uma nova constelação (como fez em “Pulp Fiction”, com John Travolta, Samuel L. Jackson e Uma Thurman).

A história se passa nos Estados Unidos, no sul do país, em um estilo “a lá faroeste”. Django (Foxx) é um escravo que repentinamente se vê unido a um caçador de recompensas (Christoph Waltz), em que juntos, passam a caçar criminosos pela região, além de Django buscar pelas pistas de sua esposa, que foi sequestrada por Calvin Candie (DiCaprio).

O ator Will Smith foi cogitado para encarnar “Django”, mas por questões de tempo e outros trabalhos, hesitou em aceitar a proposta. Ver o eterno “Um Maluco No Pedaço” seria uma outra jogada de mestre, porque teria um toque diferente, peculiar.

O filme estreia em 18 de janeiro de 2013 nas telas brasileiras.

Um pouco de Quentin Tarantino

Famoso por suas trilhas sonoras arrepiantes (sem exageros) e por suas histórias salpicadas de sangue e humor negro, Tarantino nasceu em 1963 e antes de emigrar para a carreira cinematográfica, foi gerente de uma videolocadora. Fez seu primeiro filme em 1992 (Cães de Aluguel) e dois anos depois lançou o filme que o consagraria na lista de indicados ao Oscar, como melhor diretor: Pulp Fiction – Tempos de Violência.

O diretor excêntrico mais conhecido como Quentin Tarantino

“Bastardos Inglórios”, com Brad Pitt (2009) e “Django Livre” estão entre as mais recentes produções.

Fontes:

http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-15570/

http://atarde.uol.com.br/cultura/noticia.jsf?id=5846187&t=Divulgado+trailer+de++Django+Livre%60+com+DiCaprio

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1104159-novo-trailer-de-django-livre-de-tarantino-e-divulgado-veja.shtml

http://mais.uol.com.br/view/webeg8jzjhsh/django-livre–trailer-1-legendado-04024C993466D8C12326?types=A&

http://whiplash.net/materias/curiosidades/106490-dickdale.html

Anúncios

Robin Cook, meu querido Robin Cook – O caso dos suspenses médicos

9 Comentários

Após um longo tempo sem ler algum livro, devido ao tempo extremamente curto, (trabalho associado com estudos), fui à biblioteca e me deparei com uma obra aparentemente velha, com a capa desbotada até. Mas, como já diz o ditado popular: “não se julga o livro pela capa”, diligenciei em pegá-lo. Mesmo com uma lista infindável de outros livros para me aventurar, resolvi começar com algo que nutrisse o meu velho gosto por mistérios e assassinatos (elos com a “Daphne Blake”, do desenho). A trama que optei por acompanhar trata-se de um delicioso e envolvente romance médico do não menos atraente Robin Cook.

O médico e escritor Robin Cook

Romance médico? Como assim? Pode até lembrar um pouco a série “Dr. House”, mas possui traços bem diferentes, sem lidar com humor, como faz o médico interpretado por Hugh Laurie. E também não possui relações com “Grey’s Anatomy”, outra série médica.

“Cego” é a terceira história que leio deste oftalmologista, que é pouco conhecido, porém, demasiadamente talentoso. Seu estilo assemelha-se, ao meu ver, com o de Dan Brown (“O Código Da Vinci”, “Anjos e Demônios”), pelo fato de seus protagonistas estarem sempre envoltos com algum espécime de conspiração, geralmente complexos.

Robin Cook

O médico nasceu na cidade de Nova York, em 1940. Foi cirurgião residente, até médico de um submarino nuclear (veículo que permite armazenar reatores e armas nucleares). Especializou-se em oftalmologia e na década de 70 escreveu seu primeiro livro, intitulado de “Memórias de um Médico Interno”. Após esta obra, criou “Coma” – tive a mesma neurose com a capa, que ostenta um estilo meio trash, pelo menos a versão dos anos 70 – romance que relata o comércio de órgãos, em que a jovem estudante de medicina, Susan, acaba por descobrir uma vasta corrupção dentro do sistema de saúde.

Capa do livro “Coma”, de Robin Cook, obra que trata de comércio de órgãos humanos

Ele escreveu, dentre suas obras consideradas como Best Selllers, “Mutação” (1989), “Sinais Vitais” (1991), “Cérebro” (1985), “Contágio” (1996), ente outros.

Cook inovou ao aplicar conceitos médicos em suas histórias. Em seus livros, pode ser encontrado desde práticas feitas por um legista (como é o caso de “Cego”), ao funcionamento de substâncias químicas dentro do corpo humano, em suspenses voltados para o público em geral. Isto é, ao ler suas obras, a possibilidade de agregar conhecimento, concomitantemente com o prazer da leitura, é bem provável.

Muitos de seus livros já foram transformados em filmes ou séries de televisão, como por exemplo: Coma, Medo Mortal (1994), Vírus (1995), Terminal (1996) e Invasão (1997).

O jovem que quando criança quis ser arqueólogo, consegue tragar os olhos de cada leitor e ainda o situa no contexto médico, de uma forma clara, sem complicações ou delongas. Ele já abordou temas como: engenharia genética, doação de órgãos, fecundação in vitro, pesquisas sobre drogas, além de transplante de órgãos. E é nesta parte que ele lembra Dan Brown. Mesmo ao transmitir aos leitores expressões, termos científicos, ele consegue misturar esses ingredientes com um romance, ou melhor, um “romance policial de cinco estrelas”, por assim dizer.

Já li “Vírus” e agora o meu “acompanhante” de viagem e de cabeceira é “Cego”, que conta sobre uma médica, Laurie Montgomery, que ao se deparar com casos de óbito incomuns e cuja razão da morte é parecida, passa a investigá-los, descobrindo ligações entre as vítimas. Até mesmo a Máfia Italiana está presente na trama.

Após finalizar a leitura, volto para a minha “lista”, que devido a escassez de tempo, teria criado fuligem, se fosse de ferro. Felizmente, agora ela será posta em prática: alea jacta est…

Fontes:

“Cérebro” –  Robin Cook. Atualizado em: 24/08/2008. Acesso em: 05/06/2012. Disponível em: <http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=8489>;

Gazola, André. Robin Cook. Atualizado em: 05/02/2007. Acesso em: 05/06/2012. Disponível em:  <http://www.lendo.org/robin-cook/>

Milena, Alba. Resenha: Coma – Robin Cook. Atualizado em: 08/05/2010. Acesso em: 04/06/2012. Disponível em: <http://www.psychobooks.com.br/2010/05/coma-robin-cook.html>;

Trens, Determinismo e Guy Fawckes

Deixe um comentário

Acordar antes do galo cantar- um ditado tão popular antigamente -, tomar banho, café e logo em seguida enfrentar o transporte público paulistano, sem filas nas catracas, com os vagões repletos de espaços disponíveis e lugares ditos como “reservados”, sendo definitivamente ocupado por pessoas com deficiência, idosos ou gestantes (até parece que dá pra ouvir a voz do maquinista neste momento). Imagine esta cena ocorrendo por volta das 6:00 da manhã, horário em que muitos passageiros costumam frequentar as estações. É caros, tal situação é utópica, pode até ser considerada impossível.

Aquele que que depende do metrô e do trem pagam R$ 3,00 para poderem embarcar na aventura que é as tão concorridas linhas que existem em todo o Estado de São Paulo. Esse preço, daria pra ir visitar uma exposição no final de semana, no centro da capital, mas não! Devo guardar para o “Bilhete Único”. Se as condições fossem no mínimo “habitáveis”. O uso deste termo foi proposital. É desumano estar em um vagão de trem ou metrô antes da 10:00 da manhã.

Desmond, exemplificando o Behavorismo,em Lost

As pessoas comportam-se como animais (e não como os nossos dóceis cachorros, que são eternos leais). Seus comportamentos assemelham-se a verdadeiros selvagens, como se estivessem todos dentro de uma selva, em busca de alimento. É o chamado “Determinismo”, corrente de pensamento contemporânea do Naturalismo, que defendia a ideia de que as pessoas agem de acordo com o ambiente em que estão, segundo uma das teorias. Afinal de contas, quem poderia deixar um outro Ser Humano cair no chão sem ao menos oferecer ajuda? Não, isso não é possível. Talvez seja melhor explicado com o Behavorismo, em que o ser humano pratica certos atos sem saber o porquê. Isso ocorreu na série “LOST”, em que o Desmond (Henry Ian Cusick), apertava um botão vermelho dentro de sua cabine na ilha, ignorando o motivo. Talvez as máquinas conhecidas como “Homem” agridem uns aos outros sem saber o motivo exato também. Apenas fazem isso porque veem outros fazendo. Complicado. Parece que estamos em um filme do Quentin Tarantino, todos ávidos por sangue!

Fala-se em sabotagem até, devido a questões políticas. Será que temos um Guy Fawckes entre nós, brasileiros mortais? Este personagem fatídico planejou atacar o Parlamento inglês, em 1605. Logo depois foi acusado de traição. O filme “V de Vingança”, baseado em uma HQ também, procurou retratar este revolucionário.

Cada cidadão deveria observar com um outro olhar cada detalhe da realidade. Ela não é o que aparenta ser. Há alienação e (sim!), formas de conspiração contra um sistema vigente. Cada fato que ocorre, não é mera coincidência. O fato de Collor ter sido eleito não foi pelo fato de sua competência como administrador. Se cada pessoa ligasse o seu “botão” de consciência e começasse a perceber e lutar por algo que mudasse suas vidas, talvez o Brasil fosse diferente. Em 2011, por exemplo, para protestar contra  o aumento de salário do prefeito de São Paulo, foi menos de 100 pessoas. Agora, para comentar sobre um reality show, muda de ângulo. Milhões compactuam.

Cena de "V de Vingança"

Sociedade, mude, por favor.

Fonte: http://www.publico.pt/Mundo/como-guy-fawkes-se-tornou-no-heroi-do-occupy-1519710

Premonição: bruxaria, ciência… Como explicar?

2 Comentários

Estão todos dentro do avião. Aparentemente, o ambiente está tranqüilo, com os passageiros obedientemente sentados em suas respectivas poltronas. Inesperadamente, inicia-se uma turbulência no recinto e chamas alastram-se por toda a parte. Uma catástrofe eliminaria a energia vital de cada um dos que estavam ali. No entanto, ainda não havia acontecido. Dewon (Alex Browning), um adolescente, acorda de repente daquilo que parecia ser um intenso pesadelo. Logo depois, percebe que o seu sonho ruim tornara-se realidade.

Cena de "Premonição"

Esta sinopse corresponde ao filme “Premonição”, o primeiro da série, lançado em meados do ano 2000. É uma trama de suspense com terror envolvendo jovens que fogem de algum “monstro invisível”. Entretanto, o assunto principal que compõe a história já não é mais ficção e assombra a comunidade científica: é a Premonição, que geralmente ocorre por meio de sonhos, o canal para o inconsciente. Como seria possível explicar racionalmente o fato de antever o futuro?

                 Uma rápida pincelada sobre o ato de sonhar

Há anos cientistas estudam o comportamento humano durante o sono, inclusive as manifestações do subconsciente, ou melhor, os sonhos. Até os dias de hoje, sonhar é algo que muitos encaram como um verdadeiro mistério. Por que o Ser Humano sonha? Como isso ocorre? Para estas e outras perguntas, foram desenvolvidas algumas teorias, muitas foram refutadas ao longo das décadas e outras foram mais aperfeiçoadas, tornando-se aceitas por pesquisadores. Uma delas foi estudada pelo psicanalista mais popular do século XX, Sigmund Freud. Ele acreditava que qualquer sonho representava os desejos sexuais reprimidos de uma pessoa. Mesmo que aparecesse por formas simbólicas, ou seja, um simples lápis, por exemplo, na verdade significaria algo a mais e não somente um material escolar.

Sigmund Freud (1856-1939)

Para muitos outros especialistas, o sonho seria o resultado das experiências obtidas durante o dia, ou se fosse algo recorrente, como um pesadelo, poderia ser devido a algum trauma que o indivíduo sofreu ao longo da vida. Sonhar, na visão de alguns, é então um reflexo das nossas memórias, como se todas as noites rodasse um filme sobre a história de cada um, em que o subconsciente selecionaria os fatos mais importantes e os exibisse nas cenas.

Mas, o que dizer em relação a certos sonhos que após um tempo, tornaram-se fatos reais?

Essas “visões” não se enquadram em nenhuma das hipóteses levantadas por pesquisadores. Para muitos, ignorar é o remédio para evitar confusões em suas rotinas. Para outros, prever o futuro é algo que se refere à astrólogos, tarólogos ou simplesmente é bruxaria. Porém, depois de muitas evidências concretas, alguns cientistas já consideram que este “sexto sentido” pode ocorrer com qualquer um, de fato. É algo concreto e pode-se dizer comprovado.

Um dos mais renomados psicólogos dos Estados Unidos, Daryl J. Bem, causou surpresa em muitos cientistas com sua pesquisa publicada no jornal da Associação Americana de Psicologia. Para ele, ter estas percepções extrassensoriais é algo que faz parte do processo da evolução humana. Até mesmo na Universidade de São Paulo (USP), foram realizadas pesquisas em que 71,5% dos participantes relataram ter tido visões pelos seus sonhos. Algo realmente curioso.

Um dos casos mais famosos de premonição aconteceu com o ex-presidente dos Estados Unidos, o Abraham Lincoln, que sonhou com a sua morte e até mesmo com seu enterro e, relatou à sua esposa e ao seu guarda-costas, poucas horas antes da visão concretizar-se.

Admitir que premonições existem é o mesmo que dizer que o Destino existe, ou algo muito parecido com isso. É ao mesmo tempo assustador e fantástico. Não seria somente algo corriqueiro na vida de cada um. Não se pode dizer que é normal sonhar, por exemplo, com o nascimento de uma criança em sua família e, logo depois, o fato se consome.

Será possível que o Universo se comunica com os seus habitantes? Será que há uma ligação com cada ser vivo deste planeta? As vidas teriam mesmo caminhos escritos nas estrelas, como já diziam muitas canções? Isso envolve mais do que algo pertencente a um processo evolutivo ou descartável a ponto de ser ignorado…

Às vezes, é bom seguir o velho conselho das mães ou o que se passa em muitos filmes da Disney: sempre acreditar nos sonhos…

Fontes:

Obriger, Lee Ann. Como funcionam os sonhos. Acesso em: 29/12/2011. Disponível em: <http://ciencia.hsw.uol.com.br/sonhos.htm>;

Rubin, Débora. A premonição sob a luz da ciência. Atualizado em 30/12/2011. Acesso em: 29/12/2011. Disponível em: <http://www.istoe.com.br/reportagens/127023_A+PREMONICAO+SOB+A+LUZ+DA+CIENCIA>;

A raiz do “Vila Sésamo”

Deixe um comentário

Em época de “Dia das Crianças”, sempre há aqueles que param para recordar dos seus tempos de infância, o que inclui relembrar antigos desenhos animados, brincadeiras de rua ou de escola… Enfim, tempos que não têm como voltar. Clássicos da televisão, como “TV Colosso”, “Sítio do Picapau Amarelo”, “Cavaleiros do Zodíaco”, o “anime” (história em quadrinhos adaptada para a televisão), entre tantos outros, podem até ser reprisados pelos canais, porém, dificilmente terão o mesmo impacto que causaram em suas respectivas fases originais.

No quesito de programas infantis, uma série que fez, ainda faz muito sucesso e que provavelmente sempre estará na casa de cada criança, independente da geração, são os bonecos dóceis do “Garibaldo”, os divertidos “Beto” e “Ênio”… Ou seja, aqueles que integravam o quadro “Vila Sésamo”, exibido na TV Cultura e na Rede Globo, em meados da década de 70.

Essa série iniciou-se nos Estados Unidos, em 1969, com o intuito de educar as crianças, sobretudo para afastá-las das famosas “gangs”, que dominavam, por assim dizer, muitos bairros de Nova York. Tempos depois, Jim Henson, que trabalhava no programa estadunidense, resolveu criar sua própria série. E em 1976 foi criado por ele o “Muppet Show”, originando os “Muppets”, com seus diversos personagens carismáticos.

Enquanto isso, na versão brasileira de “Vila Sésamo”, o programa também visava a educação, no caso, principalmente para as crianças carentes do país. Tinha como conteúdo projetos de alfabetização, também incentivava o raciocínio lógico e mostrava como deveriam ser alguns hábitos (alimentares, de higiene, entre outros).

Isso tudo mostra que, a televisão, desde sua invenção, por mais que apresente suas várias facetas, sejam elas boas ou ruins, de uma certa forma também participa no processo educacional de cada pessoa, seja para informar algo ou ensinar, como foi no caso do eterno “Vila Sésamo”.

Referências Bibliográficas:

Elmo Francfort Ankerkrone. A nossa Vila Sésamo. Atualizado em: 30/11/2001. Acesso em: 12/10/2011. Disponível em: <http://www.sampaonline.com.br/colunas/elmo/coluna2001nov30.htm>;

Acesso em: 12/10/2011. Disponível em: <http://www.infantv.com.br/vilasesamo.htm>;

Acesso em: 12/10/2011. Disponível em: <http://www.mofolandia.com.br/mofolandia_nova/muppets.htm>

Hello world!

1 Comentário

Welcome to WordPress.com. After you read this, you should delete and write your own post, with a new title above. Or hit Add New on the left (of the admin dashboard) to start a fresh post.

Here are some suggestions for your first post.

  1. You can find new ideas for what to blog about by reading the Daily Post.
  2. Add PressThis to your browser. It creates a new blog post for you about any interesting  page you read on the web.
  3. Make some changes to this page, and then hit preview on the right. You can alway preview any post or edit you before you share it to the world.